" As ações caíram na Ásia após dados na China terem mostrado desaceleração da inflação e da atividade econômica. Na Europa, as bolsas reverteram queda inicial após um acordo para adicionar o equivalente a US$ 267 bilhões ao combate da crise da dívida.
Na agenda de hoje, o Índice Geral de Preços - Mercado e Eike Batista, do EBX Group Co. Ltd., dá entrevista às 11:00. O Índice de Preços ao Consumidor em São Paulo desacelerou mais que o esperado para 0,49 por cento até 7 de dezembro. Nos Estados Unidos, saem confiança do consumidor e balança comercial.
Às 7:29, este era o desempenho dos principais índices:
MSCI World -0,23% MSCI Asia Pacific -2,09%
Nikkei 225 -1,48% Shanghai SE Composite -0,62%
CAC 40 +0,56% FTSE 100 -0,05%
S&P 500 Future +0,15% Nasdaq 100 Future +0,15%
Hoje a coluna de renda fixa mostra que os depósitos em poupança despencaram 99 por cento nos 12 meses até novembro, um sinal de que os consumidores estão se esforçando para cumprir uma nova regra que exige que eles usem uma parte maior de sua renda para amortizar dívidas com o cartão de crédito.
Internacional: Bolsas caem na Ásia e ensaiam alta na Europa
As ações europeias e os índices futuros americanos ensaiam alta, após recuarem mais cedo. As bolsas asiáticas recuaram após dados divulgados na China terem sinalizado enfraquecimento da segunda maior economia do mundo.
A inflação ao consumidor na China desacelerou ao menor nível em 14 meses em novembro para 4,2 por cento em termos anuais, ante 5,5 por cento em outubro. Mediana das estimativas em pesquisa Bloomberg apontava 4,5 por cento.
A produção industrial chinesa cresceu 12,4 por cento na comparação anual, contra 13,2 por cento em outubro e estimativa mediana de 12,6 por cento. As vendas de automóveis no maior mercado mundial de carros subiram 0,3 por cento, para 1,34 milhão, no menor avanço em seis meses.
BNP Paribas SA subia 1,7 por cento às 7:18, depois de cair até 4,9 por cento após a nota de crédito do banco ser rebaixada pela Moody’s Investors Service. A agência rebaixou também as notas do Société Générale SA e Crédit Agricole SA.
As ações europeias reverteram as perdas com informações de que os líderes europeus chegaram a um acordo em Bruxelas para adicionar 200 bilhões de euros ao seu caixa para administrar a crise, além de reforçar as regras antidéficit. O acordo foi saudado pelo presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, como base para um `pacto fiscal`.
Mais cedo as ações recuaram com dificuldades políticas nas discussões europeias após o presidente francês Nicolas Sarkozy dizer que um acordo dos líderes da União Europeia é “extremamente difícil” e que o Reino Unido tornou impossível um tratado de todas as 27 nações do grupo.
O euro opera perto da estabilidade após cair mais cedo depois de Sarkozy dizer que o primeiro-ministro britânico David Cameron fez “exigências” inaceitáveis sobre emendas ao tratado europeu. O won recuou após o banco central da Coréia do Sul dizer que o crescimento deve perder força em 2012.
`Os investidores se mantêm preocupados sobre o quão negativa a economia vai estar ano que vem e é isto que está retardando as compras agora`, disse Zhang Ling, gerente geral da Shanghai River Fund Management Co. em Xangai. `As políticas vão ser gradualmente relaxadas diante da desaceleração da economia`.
O petróleo recua com especulações de que a crise europeia vai esfriar a economia mundial. O cobre em Londres reverteu a queda inicial.
Os títulos do Tesouro americano caem, elevando os juros, com a expectativa de economistas de que dado hoje nos EUA mostrará aumento da confiança do consumidor."
Fonte: Bloomberg News
Nenhum comentário:
Postar um comentário