quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Copom corta Selic pela 3º vez com desaquecimento global

"O Banco Central reduziu a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual pela terceira reunião consecutiva com receios de que o desaquecimento na economia mundial possa afetar a demanda doméstica.
O Comitê de Política Monetária, liderado pelo presidente do BC, Alexandre Tombini, decidiu hoje por unanimidade reduzir a taxa Selic para 11 por cento, como previsto por 64 analistas em pesquisa Bloomberg. Só um analista previu um corte diferente, de 1 ponto porcentual.
`O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012`, disse o BC no comunicado que acompanhou a decisão.
O Brasil tem sido mais proativo que outros países em reduzir a taxa básica de juros como resposta à crise da dívida na Europa. Tombini alertou que uma “substancial deterioração”
na economia global levou a autoridade monetária a cortar a taxa em agosto pela primeira vez em dois anos. Desde então, os bancos centrais da Europa, Austrália e Israel seguiram a decisão.
Operadores no Brasil acreditam que Tombini reduza a taxa Selic para 9,25 por cento até julho de 2012, de acordo com dados da Bloomberg baseados na curva dos contratos de juros futuros.
`A crise externa está mais prolongada e os dados da economia doméstica estão desapontando e vindo abaixo das expectativas, disse Solange Srour, economista-chefe do BNY Mellon ARX Investimentos, em entrevista por telefone do Rio de Janeiro antes da decisão do Copom. “O Brasil começou a agir antes de a crise chegar ao seu pico em setembro, mas o discurso de outros bancos centrais está indo agora na mesma direção.´

                      Ajustes moderados

Na semana passada, Tombini desestimulou apostas de que o País poderia acelerar o corte da taxa, dizendo que a crise econômica global ainda não tinha levado a um “evento extremo.”
Ele concluiu que “ajustes moderados” seriam suficientes para lidar com a situação prevista pelo Banco Central.
No início deste mês, o governo retirou a maioria das restrições de crédito impostas em dezembro do ano passado em empréstimos pessoais, de automóveis e em operações de crédito consignado.
Mais de US$ 3 trilhões foram eliminados do mercado global de ações este mês, enquanto as taxas para dívida soberana da Espanha e da Itália alcançaram máximas históricas e um fracassado leilão de títulos na Alemanha sinalizou que a crise se estendeu para as principais nações da Europa.
Os economistas que participam da pesquisa semanal Focus do Banco Central reduziram a expectativa para o crescimento do PIB este ano para 3,10 por cento na última medição do BC. No final de agosto, antes do primeiro corte da Selic, a expectativa era de um crescimento de 3,79 por cento. No ano passado, o PIB brasileiro teve alta de 7,5 por cento, maior avanço em mais de duas décadas."

Fonte: Bloomberg News

Call de DI1 30.11.2011

Foram negociados um total de 179.820 contratos no Call de DI1.

Bolsas europeias têm forte alta após ação de Bancos Centrais

" Valorização de alguns índices superava 4%.
BCs disseram que tomarão medidas para impedir a falta de liquidez.
As bolsas de valores europeias ampliaram os ganhos nesta quarta-feira (30), após os bancos centrais de importantes economias desenvolvidas anunciarem medidas conjuntas para elevar a liquidez dos mercados.
Perto das 12h (horário de Brasília), em LOndres, a alta era de 3,08%; em Frankfurt, de 4,64%; em Paris, de 3,71%; em Madri, de 3,80% e, em Milão, de 4,24%.
Os bancos centrais das principais economias desenvolvidas informaram que tomarão medidas coordenadas para impedir a falta de liquidez no sistema financeiro global à crise.
O Federal Reserve (Fed), o Banco Central Europeu (BCE) e os bancos centrais de Canadá, Grã-Bretanha, Japão e Suíça informaram, em comunicado conjunto, que concordaram em reduzir o custo das linhas existentes, além de outras medidas.
Segundo o comunicado, o objetivo das ações é `avaliar as tensões nos mercados financeiros e, assim, mitigar os efeitos de tais tensões sobre a oferta de crédito às famílias e empresas, e assim ajudar a promover a atividade econômica" .
Os bancos centrais concordaram principalmente em facilitar e ampliar até fevereiro de 2013 os intercâmbios de divisas (swap) entre si, assim como, em alguns casos, prosseguir com suas operações de refinanciamento a três meses até nova ordem.
As bolsas de valores europeias passaram a ampliar os ganhos após o anúncio."

Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/bolsas-europeias-tem-forte-alta-apos-acao-de-bancos-centrais.html. Acesso em: 30 nov. 2011.

DIs operam em baixa nesta manhã de quarta-feira (30)

O Contrato Futuro de DI1 Jan/12 durante a manhã oscilou entre a mínima de 10,756 e a máxima de 10,851, saindo um total de 800.690 contratos negociados, preço médio 10,8365. O volume operado nesta manhã de quarta-feira (30) foi muito superior do que o operado ontem..
Às 13h00 o DI1 Jan/12 estava em queda de 0,21% saindo a 10,840.
O Contrato Futuro de DI1 Jan/13 durante a manhã oscilou entre a mínima de 9,57 e a máxima de 9,67, saindo um total de 199.585 contratos negociados, preço médio 9,6142.
Às 13h00 o DI1 Jan/13 estava em queda de 0,66%, saindo a 9,610.
O Contrato Futuro de DI1 Jan/14 durante a manhã oscilou entre a mínima de 9,83 e a máxima de 9,93, saindo um total de 130.470 contratos negociados, preço médio 9,8659.
Às 13h00 o DI1 Jan/14 estava em queda de 0,68%, saindo a 9,87.

Ibovespa opera em alta 4,02%

O índice Ibovespa opera em alta de 4,02%, aos 57.482 pontos.
Na véspera, teve queda de 1,28%, aos 55.299 pontos.

Mercados europeus passam a subir após medida da China

" As bolsas de valores da Europa passavam a subir nesta quarta-feira (30), depois que a China cortou o depósito compulsório dos bancos em 0,50 ponto percentual. Às 9h26 (horário de Brasília), o índice das principais ações européias FTSEurofirst 300 subia 0,62 por cento, aos 953 pontos.
O euro e o dólar australiano também ganhavam força após o anúncio da China."


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/mercados-passam-a-subir-apos-medida-da-china. Acesso em: 30 nov. 2011.

DI cai antes de Copom e após China reduzir compulsório

"Os juros nos mercados futuros caem antes de um esperado corte na taxa básica pelo Banco Central e após a China reduzir o depósito compulsório dos bancos para enfrentar uma desaceleração nas exportações da segunda maior economia do mundo.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro de janeiro de 2013 caía 4 pontos-base, para 9,64 por cento, às 9:52. A China cortou o depósito compulsório dos bancos pela primeira vez desde 2008, disse hoje o banco central do país em comunicado.
As bolsas externas sobem após caírem mais cedo em reação ao corte pela Standard & Poor’s da nota de crédito dos maiores bancos americanos e europeus.
`O que está dando o tom nos juros futuros hoje é o mercado lá fora, que não está com o humor muito bom. Se não fosse o discurso do BC de ajuste moderado da Selic, o mercado estaria apostando em corte de 0,75 ponto percentual`, disse Maristella Ansanelli, economista-chefe do Banco Fibra SA, em entrevista por telefone de São Paulo.
Segundo Ansanelli, a decisão da China de reduzir os compulsórios também contribui para a expectativa de redução das taxas no Brasil na medida em que a segunda maior economia do mundo tenta reagir contra a desaceleração provocada pela crise externa. “Estamos todos no mesmo barco”.

                    Bancos pequenos e médios

O Conselho Monetário Nacional determinou mudanças na contabilização de renegociações de operações de cessão de crédito para ajudar os bancos pequenos e médios.
As novas regras vão diluir o impacto contábil da despesa resultante da venda de carteira, disse Sérgio Odilon dos Anjos chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, hoje em Brasília. Essas despesas decorrem da retirada das receitas que viriam dessas carteiras, segundo dos Anjos.
Os juros futuros subiram ontem na maioria dos contratos após o Índice Geral de Preços - Mercado de novembro ter subido
0,5 por cento, desacelerando menos que o esperado pelos analistas. No dia 28 de novembro, as taxas do contrato de janeiro de 2013 haviam recuado para nível recorde com os economistas reduzindo as projeções de inflação após a mudança no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.
O novo cálculo da inflação poderá reduzir o IPCA em mais do que a baixa de 0,3 por cento esperada por muitos analistas, disse o Valor Econômico hoje. O IPCA teria sido até 0,59 ponto percentual menor nos últimos três anos, segundo estimativas de economistas do ministério da Fazenda que não foram identificados, segundo o Valor."

Fonte: Bloomberg News.

Dólar opera em queda 0,68%

O contrato futuro de dólar Jan/12 opera em queda de 0,68%.
Abertura no 1.851,000.

Bolsas da Ásia fecham em baixa; Xangai perde 3,3%

"A maioria das bolsas asiáticas encerrou no campo negativo nesta quarta-feira - não houve negociações nas Filipinas por ser feriado. Houve realização de lucros em alguns mercados, mas outros reagiram negativamente a fatores locais.
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que foi no embalo do enfraquecimento dos mercados da China, às vésperas do anúncio oficial da produção industrial chinesa de novembro - há expectativa de queda na atividade industrial do país asiático. O índice Hang Seng caiu 266,85 pontos, ou 1,5%, e fechou aos 17.989,35 pontos.
Na China, as Bolsas fecharam em forte baixa. As ações tipo B em moeda estrangeira lideraram o declínio, devido às preocupações de que a demanda pelos papéis B seria atingida pelo iminente lançamento de um conselho para empresas internacionais em Xangai. O índice Xangai Composto despencou 3,3% e terminou aos 2.333,41 pontos. O índice Shenzhen Composto cedeu 4% e encerrou aos 994,02 pontos.
O yuan cai ante o dólar com forte demanda pela moeda americana por parte de corporações à tarde, levando a divisa chinesa ao patamar de baixa limite. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,3789 yuans, de 6,3778 yuans ontem. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,3482 yuans, de 6,3587 yuans de ontem.
Já na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve ligeira queda de 0,47%, encerrando aos 1.847,51 pontos, espelhando outros mercados regionais, parcialmente prejudicados pela notícia de que a S&P rebaixou os ratings de vários bancos globais.(...)"

Contratos em Aberto - Índice, Dólar, DDI e DI1 - 30.11.2011

Contratos em Aberto:

  • Índice Futuro:

      Bancos aumentaram 2.960 contratos na compra e reduziram 970 contratos na venda;
      Fundos reduziram 302 contratos na compra e aumentaram 3.045 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 1.140 contratos na compra e 222 contratos na venda.


  • Dólar Futuro:

      Bancos aumentaram 39.001 contratos na compra e 39.607 contratos na venda;
      Fundos aumentaram 30.649 contratos na compra e 24.955 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 23.832 contratos na compra e 18.224 contratos na venda.


  • Cupom Cambial - DDI:

      Bancos aumentaram 3.843 contratos na compra e reduziram 1.105 contratos na venda;
      Fundos reduziram 2.847 contratos na compra e aumentaram 2.178 contratos na venda;
      Estrangeiros aumentaram 588 contratos na compra e reduziram 494 contratos na venda.


  • Taxa de Juros Futuro (Contratos em P.U.):

      Bancos aumentaram 9.628 contratos na compra e reduziram 106.537 contratos na venda;
      Fundos reduziram 31.633 contratos na compra e aumentaram 72.371 contratos na venda;
      Estrangeiros aumentaram 2.122 contratos na compra e 13.813 contratos na venda.

Bolsa de Tóquio cai 0,5%, com realização de lucros

"A Bolsa de Tóquio fechou em baixa nesta quarta-feira (30), em grande parte pela realização de lucros, após duas sessões de fortes ganhos. O rebaixamento da nota de vários bancos globais pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s gerou um atrativo adicional para a venda de ações no setor financeiro.
O índice Nikkei caiu 0,5%, em 8.434,61 pontos, após os ganhos de 2,3% obtidos na terça-feira, e de 1,6% na segunda-feira.
O volume foi um pouco mais forte do que em sessões recentes, totalizando 1,76 bilhão de ações negociadas, o maior volume desde 10 de novembro.
`As instituições financeiras japonesas dizem que sua exposição à Europa é relativamente limitada, mas as preocupações permanecem`, comentou um especialista de mercado. ´As ações dos bancos estão próximas de patamares baixos para perspectivas de médio e longo prazo, mas não está claro quando isso repercutirá`, disse o especialista.
Os exportadores fizeram realização de lucros, bem como as peso-pesadas Fanuc, cujos papéis caíram 2,5%, e a Kyocera, que recuou 1,6%. Por outro lado, as ações da gigante de tecnologia Pioneer subiram 6,7%. As informações são da Dow Jones."


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsa-de-toquio-cai-0-5-com-realizacao-de-lucros. Acesso em: 30 nov. 2011.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Bolsas europeias fecham em alta com esperanças sobre crise da dívida

" FTSEurofirst subiu 0,75%, aos 947, máxima em uma semana.
Dado positivo sobre confiança do consumidor dos EUA também favoreceu.
O principal índice das ações europeias fechou na máxima em uma semana nesta terça-feira (29), em meio a um baixo volume de negócios. O rali se estendeu pelo terceiro dia, amparado pelo dado positivo sobre a confiança do consumidor norte-americano e por esperanças de que as autoridades vão fazer progressos para conter a crise de dívida da zona do euro num encontro em curso nesta terça.
O FTSEurofirst 300, que mede o desempenho dos mais importantes papéis do continente, subiu 0,75%, para 947 pontos, no maior patamar de fechamento desde 18 de novembro.
No ano, contudo, o índice ainda acumula queda de mais de 15%.
O último leilão de dívida italiana, ocorrido no início desta terça-feira, teve forte demanda, embora os custos de financiamento do país tenham batido novas máximas desde a introdução do euro.
`O mercado está se beneficiando do leilão italiano, que teve boa demanda, mesmo que (os rendimentos) tenham subido consideravelmente. Mais uma vez, há esperanças por alguma solução abrangente para os problemas da zona do euro`disse o chefe de pesquisa do BNP Paribas Fortis Global Markets, Philippe Gijels, em Bruxelas.
`Mas tudo o que temos no momento são rumores e promessas. Se isso não evoluir para algo mais concreto, os mercados podem mais uma vez ficar muito decepcionados. Os líderes europeus têm outra chance de agirem juntos.`
Nos Estados Unidos, o índice de confiança do Conference Board, um grupo industrial, saltou para 56,0 em novembro, ante leitura revisada para cima de 40,9 em outubro. É o maior patamar desde julho, que superou com folga previsões de economistas, que estimavam leitura de 44,0 em novembro.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,46%, a 5.337 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,95%, para 5.799 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,46%, a 3.026 pontos.
Em Milão, o índice Ftse?Mib teve valorização de 0,34%, para 14.627 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 avançou 0,1%, a 8.128 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em alta de 0,19%, para 5.363 pontos."


Call de DI1 29.11.2011

Foram negociados um total de 65.125 contratos no Call de DI1.

Depósito Interbancário (DIs) operam estáveis

O Contrato Futuro de DI1 Jan/12 durante a manhã oscilou entre a mínima de 10,860 e a máxima de 10,887, saindo um total de 144.755 contratos negociados, preço médio 10,8767.
Às 13h00 o DI1 Jan/12 estava em leve queda de 0,09% saindo a 10,875.
O Contrato Futuro de DI1 Jan/13 durante a manhã oscilou entre a mínima de 9,650 e a máxima de 9,710, saindo um total de 152.720 contratos negociados, preço médio 9,6873.
Às 13h00 o DI1 Jan/13 estava em alta de 0,17%, saindo a 9,680.
O Contrato Futuro de DI1 Jan/14 durante a manhã oscilou entre a mínima de 9,880 e a máxima de 9,950, saindo um total de 93.740 contratos negociados, preço médio 9,9336.
Às 13h00 o DI1 Jan/14 estava em alta de 0,33%, saindo a 9,940.


Dólar tem 3º queda com reunião na Europa reduzindo risco

" O dólar recua pelo terceiro dia seguido antes de uma reunião entre ministros europeus para debater a crise da dívida. A redução de aversão ao risco no mercado externo está levando à valorização de commodities exportadas pelo Brasil, como café, açúcar e soja.
A moeda americana caía 0,7 por cento às 9:48, para R$ 1,8419. No exterior, as ações europeias, o euro e as commodities avançam. As ações caíram mais cedo após a Moody’s Investors Service dizer que pode rebaixar a nota de bancos de países europeus. A Itália pagou juros maiores em leilão hoje.
`Há uma menor aversão ao risco`, disse Newton Rosa, economista-chefe da Sul América Investimentos, que administra R$ 22 bilhões, em entrevista por telefone de São Paulo. `O mercado tem esta expectativa de um pacto pela estabilidade na Europa`.
O dólar recuou ontem pela segunda sessão consecutiva com a valorização das bolsas no exterior e a alta do euro refletindo uma maior procura dos investidores por ativos de risco."

Fonte: Bloomberg News

Ibovespa abre em alta de 0,29%

O índice Ibovespa abriu em alta de 0,29%, aos 56.177 pontos, mas com 10 minutos de pregão voltou a cair 0,10%, aos 55.962 pontos.

DIs operam estáveis antes do Copom

" As porjeções de juros operavam perto da estabilidade nesta terça-feira, às vésperas da decisão sobre a Selic, para a qual o mercado prevê nova queda.
Às 9h08, o DI janeiro de 2013 projetava 9,69 por cento, contra 9,68 por cento no ajuste da véspera. O DI janeiro de 2014 estava em 9,93 por cento, comparado a 9,92 por cento.
O Comitê de Política Monetária (Copom) decide o novo patamar da Selic na quarta-feira e a expectativa é de redução de 0,50 ponto."


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/dis-operam-estaveis-antes-de-copom. Acesso em: 29 nov. 2011.

Bovespa fecha em alta de mais de 2%

" Ibovespa avançou 2,04%, aos 56.017 pontos.
No mês, indicador tem queda acumulada de cerca de 4%.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu mais de 2% na segunda-feira (28), recuperando parte das perdas até aqui em novembro, seguindo o otimismo de investidores sobre possíveis novos anúncios na zona do euro e com o resultado de vendas do `Black Friday` nos Estados Unidos.
O Ibovespa avançou 2,04%, aos 56.017 pontos. O volume financeiro foi de R$ 5,3 bilhões.
Em novembro, o principal indicador do mercado acionário brasileiro acumula queda de 3,98% até o momento. No ano, a desvalorização chega a 19,17%.
Em Nova York, o principal índice de ações, o Dow Jones, registrava alta de mais de 2% perto do fechamento de Wall Street.
`Houve uma empolgada dos mercados com o `Black Friday`, tirando um pouco do estresse da economia norte-americana`, explicou o analista João Luiz Piccioni, da Petra Asset.
Ao todo, as vendas do fim de semana de Ação de Graças subiram 16,4%, para US$ 52,4 bilhões.
Na Europa, um porta voz do governo alemão informou que Alemanha e França estão trabalhando juntas em uma proposta por mudanças concretas e limitadas ao tratado da União Europeia. (...)"


Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/bovespa-fecha-em-alta-de-mais-de-2.html. Acesso em: 28 nov. 2011.

Contratos em Aberto - Índice, Dólar, DDI e DI1 - 29.11.2011

Contratos em Aberto:

  • Índice Futuro:

      Bancos reduziram 1.270 contratos na compra e 805 contratos na venda;
      Fundos reduziram 2.173 contratos na compra e 1.517 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 317 contratos na compra e 2.948 contratos na venda;
      Pessoas Físicas reduziram 840 contratos na compra e aumentaram 340 contratos na venda.


  • Dólar Futuro:

      Bancos aumentaram 38.789 contratos na compra e 26.071 contratos na venda;
      Fundos aumentaram 13.607 contratos na compra e 15.172 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 5.837 contratos na compra e aumentaram 7.821 contratos na venda.


  • Cupom Cambial - DDI:

      Bancos reduziram 2.364 contratos na compra e 2.394 contratos na venda;
      Fundos aumentaram 17.336 contratos na compra e 17.273 contratos na venda;
      Estrangeiros aumentaram 35.871 contratos na compra e 35.952 contratos na venda.


  • Taxa de Juros Futuro (Contratos em P.U.):

      Bancos aumentaram 104.695 contratos na compra e 476.202 contratos na venda;
      Fundos aumentaram 292.917 contratos na compra e reduziram 64.860 contratos na venda;
      Estrangeiros aumentaram 32.876 contratos na compra e 9.451 contratos na venda.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bolsa do México abre em alta 2,99%

O Índice de Preços e Cotações (IPC) da Bolsa Mexicana de Valores (BMV) abriu nesta segunda-feira (28) em alta de 2,99%, aos 35.606,34 pontos. Na sexta-feira (28) fecharam aos 34.573,04 pontos.
Às 15h06 o índice está com alta de 3,89%, aos 35.918,79 pontos.

Melhora externa derruba dólar; bolsa e DI sobem

"O dólar teve a maior perda em um mês, chegando a cair abaixo de R$ 1,85, com a melhora de sentimento na Europa aumentando a demanda por ativos de risco. A alta das commodities ajuda a valorizar o Ibovespa, que tem Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais SA como destaque.
Os juros futuros sobem com aposta de que o Banco Central manterá o ritmo de alívio monetário. As ações internacionais se valorizam após 10 baixas seguidas com especulações de que os países europeus vão agir contra a crise e diante do aumento das vendas no feriado nos Estados Unidos.
Às 13:27, este era o desempenho dos principais índices:
S&P 500 +3,17%             Dow Jones +2,80%
Nasdaq +3,49%              FTSE 100 +2,97%
Ibovespa +2,30%            BM&FBovespa Small Cap +1,30%

Internacional: Bolsas sobem com Europa e vendas nos EUA

As bolsas internacionais sobem com especulações de que as autoridades europeias estão agindo contra a crise e após as vendas no feriado de Ação de Graças nos EUA atingirem recorde. O MSCI All-Country World tem a primeira alta em 11 dias. O Standard & Poor’s 500 avança pela primeira vez após sete quedas.
O fundo de resgate da Europa pode segurar títulos dos países mais endividados com garantias de 20 por cento a 30 por cento, dependendo do mercado financeiro, segundo as diretrizes que os ministros das finanças do continente discutirão esta semana. O ministro alemão das finanças Wolfgang Schaeuble defendeu uma mudança de tratado na Europa para dar à União Europeia poder de veto sobre o orçamento dos países membros.
As vendas durante o feriado prolongado nos EUA subiram 16 por cento, atingindo recorde de US$ 52,4 bilhões, disse ontem a Federação Nacional do Varejo dos EUA.
`Os líderes europeus estão em uma posição em que eles precisam fazer alguma coisa`, disse Mike Lenhoff, estrategista- chefe em Londres da Brewin Dolphin Securities Ltd. `A mensagem do mercado é clara: ajam juntos ou nós vamos destruí-los`.
O dólar e o iene caem diante do euro e a maioria das demais moedas com os sinais de avanço em uma solução para a crise da dívida na Europa. A moeda europeia avançou após o Welt am Sonntag informar que a chanceler Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy estudam um pacto pela estabilidade.
O petróleo sobe ao nível mais alto em mais de uma semana com os sinais de recuperação dos EUA, enquanto as sanções à Síria geram receio de que o suprimento do Oriente Médio seja ameaçado. O cobre acompanha a alta das bolsas. O Índice S&P GSCI de commodities reage após duas semanas seguidas de baixa.
Os títulos do Tesouro americano caem pelo segundo dia, elevando os juros, com os avanços na Europa e os sinais de melhora das vendas nos EUA reduzindo a demanda por proteção. O rendimento dos papéis de Itália, França e Espanha recua.

Bolsa: Ibovespa sobe com reação otimista de commodities

O Ibovespa teve a maior alta em duas semanas com as especulações de que a Europa está intensificando esforços para conter a crise e a valorização das commodities, que melhora as perspectivas para os produtores brasileiros.
A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais SA lidera os ganhos do índice após a Ternium SA e a Tenaris SA concordarem em pagar R$ 5,03 bilhões por uma participação no bloco de controle da siderúrgica. A Vale SA teve a maior alta em mais de três semanas após anunciar planos de investir US$ 21,4 bilhões em projetos de mineração em 2012. As petrolíferas Petróleo Brasileiro SA e OGX Petróleo & Gás Participações SA acompanham a alta do barril no exterior. Todos os 10 índices setoriais do índice MSCI Brazil sobem.
O principal indicador da bolsa brasileira subia 2,4 por cento, para 56.196,80 pontos, às 13:23. Dos 68 papéis que compõem o Ibovespa, 65 estavam em alta, um em queda e dois estáveis. O jornal La Stampa disse que o Fundo Monetário Internacional está preparando um empréstimo de 600 bilhões de euros para a Itália para o caso de uma piora da crise de dívida.
O jornal não disse como obteve a informação.
`As vendas recordes do Black Friday nos Estados Unidos e uma notícia não confirmada de que o FMI pode abrir uma linha de crédito de 600 bilhões de euros para ajudar a Itália estão dando um ânimo maior para o mercado`, disse Alexandre Ghirghi, que administra cerca de R$ 150 milhões na Método Investimentos, em entrevista por telefone de São Paulo. `Muitas ações brasileiras são negociadas a preços atraentes, e há espaço para recuperação se o cenário externo melhorar.`
O FMI disse em comunicado que não está discutindo com autoridades italianas sobre um programa de financiamento do organismo.

Juros: DI avança com aposta em corte de 0,50 ponto no Copom

Os juros nos mercados futuros sobem na maioria dos contratos com apostas do mercado de que o Banco Central vai manter o ritmo de corte de 0,50 ponto percentual da taxa básica em reunião desta semana do Comitê de Política Monetária.
`Um outro corte de 0,50 ponto percentual parece mais provável`, disse Neil Shearing, economista-chefe para mercados emergentes em Londres da Capital Economics Ltd. `Os mercados continuam voláteis e se a melhora de sentimento se sustentar, isto vai ser um argumento contra a necessidade de avançar no ritmo de afrouxamento monetário`, disse Shearing em entrevista por e-mail.
O mercado reduziu a projeção mediana para a inflação ao consumidor de 5,62 por cento para 5,58 por cento em 12 meses, segundo a pesquisa Focus divulgada hoje pelo Banco Central. A projeção para 2011 ficou em 6,49 por cento e a de 2012 em 5,56 por cento. Na pesquisa com os cinco economistas de maior acerto, a projeção para a inflação no ano que vem caiu de 5,64 por cento para 5,50 por cento.
Os economistas reduziram a projeção para o crescimento da economia de 3,16 por cento para 3,10 por cento em 2011 e de 3,5 por cento para 3,46 por cento em 2012, segundo o BC.
Os juros futuros avançaram na sexta-feira após o presidente do BC, Alexandre Tombini, reiterar a sinalização de “ajustes moderados” da política monetária, esfriando as apostas do mercado em aceleração do corte da taxa básica.
O BC deve cortar a taxa básica Selic para 11 por cento em reunião a ser encerrada no dia 30, na terceira redução consecutiva de 0,50 ponto percentual, segundo previsão mediana na consulta da Bloomberg a 45 economistas.

     DI Janeiro 2012: -1,05 pontos-base, para 10,907%
     DI Janeiro 2013: +3 pontos-base, para 9,80%

Câmbio: Dólar tem 2ª queda com maior apetite externo por risco

O dólar recua pela segunda sessão consecutiva com a valorização das bolsas no exterior e a alta do euro refletindo uma maior procura dos investidores por ativos de risco.
O dólar chegou a cair abaixo de R$ 1,85 na mínima, na maior baixa desde 28 de outubro. O real recupera parte da perda de 5,6 por cento registrada na semana passada diante do risco de agravamento da crise europeia.
A reação do real `acompanha as demais moedas que são vistas como ativos de maior risco`, disse Vladimir Caramaschi, estrategista-chefe do Crédit Agricole Brasil SA, em entrevista por telefone de São Paulo. `As pessoas estão apostando em alguma melhora na situação europeia.`
O dólar fechou na sexta-feira em baixa pela primeira vez em nove sessões. A moeda americana perdeu força diante da possibilidade de o BC atuar para prevenir impactos do câmbio sobre a inflação.

     Dólar: -2,13%, para R$ 1,8514."

Fonte: Bloomberg News

Ações européias estendem alta com otimismo sobre crise

" As bolsas de valores da Europa estendiam os ganhos na tarde desta segunda-feira (28), puxadas pelos bancos em meio a um otimismo de que os líderes da região vão revelar novas soluções para a crise antes da cúpula na semana que vem.
O índice europeu de ações tinha alta de 3,40por cento, a 938 pontos, às 13h08 (horário de Brasília).
Fatores técnicos impunham força ao movimento, depois de o índice ter caído quase 8 por cento nas duas últimas semanas.
As ações dos bancos estavam entre as principais altas, com o indicador bancário STOXX Europe 600 subindo 5,66 por cento."


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/acoes-estendem-alta-com-otimismo-sobre-crise. Acesso em: 28 nov. 2011.

Dólar Dez/11 opera em baixa durante a manhã.

Na manhã desta segunda-feira (28) até as 13h00, no mercado futuro, o contrato de dólar dezembro/11 negociado na BM&FBovespa, opera em queda de 1,91%, a 1851,000, saindo um total de 166.805 contratos negociados, preço médio de 1860,6095, oscilando entre a mínima de 1851,500 e a máxima de 1871,500.
Teve sua abertura no 1.859,000, no ano está em queda de 0,46%, na semana queda de 2,22% e no mês alta de 6,96%.

DI avança com aposta em corte de 0,50 ponto no Copom

"Os juros nos mercados futuros sobem na maioria dos contratos com apostas do mercado de que o Banco Central vai manter o ritmo de corte de 0,50 ponto percentual da taxa básica em reunião desta semana do Comitê de Política Monetária.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro de janeiro de 2013 subia 2 pontos-base, para 9,79 por cento, às 11:37. O dólar caía 1,8 por cento, para R$ 1,8582, com a maior procura por ativos de risco. O Ibovespa subia 2 por cento.
As bolsas internacionais sobem, com o MSCI All-Country World interrompendo perda de 10 dias, diante de especulações sobre ações dos líderes europeus para conter a crise e após informações sobre aumento das vendas no feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos. Commodities como o petróleo e o cobre se valorizam.
`Um outro corte de 0,50 ponto percentual parece mais provável`, disse Neil Shearing, economista-chefe para mercados emergentes em Londres da Capital Economics Ltd. “Os mercados continuam voláteis e se a melhora de sentimento se sustentar, isto vai ser um argumento contra a necessidade de avançar no ritmo de afrouxamento monetário”, disse Shearing em entrevista por e-mail.
O mercado reduziu a projeção mediana para a inflação ao consumidor de 5,62 por cento para 5,58 por cento em 12 meses, segundo a pesquisa Focus divulgada hoje pelo Banco Central. A projeção para 2011 ficou em 6,49 por cento e a de 2012 em 5,56 por cento. Na pesquisa com os cinco economistas de maior acerto, a projeção para a inflação no ano que vem caiu de 5,64 por cento para 5,50 por cento.
Os economistas reduziram a projeção para o crescimento da economia de 3,16 por cento para 3,10 por cento em 2011 e de 3,5 por cento para 3,46 por cento em 2012, segundo o BC.
Os juros futuros avançaram na sexta-feira após o presidente do BC, Alexandre Tombini, reiterar a sinalização de `ajustes moderados` da política monetária, esfriando as apostas do mercado em aceleração do corte da taxa básica."

Fonte: Bloomberg News.

Ibovespa abre em alta 1,20%

O índice Ibovespa abre em alta de 1,20% nesta segunda-feira (28), 55.563 pontos.
No ano está em baixa de 19,83%.

Bolsas asiáticas iniciam semana em alta; Hong Kong ganha 2%

" Os robustos números das vendas no varejo dos Estados Unidos durante a `Black Friday`estimularam as bolsas da Ásia.
A maioria das Bolsas da Ásia fechou no campo positivo - não houve negociações na Malásia por ser feriado. Parte dos mercados deixou de lado os temores sobre a dívida da Europa e acabou estimulado pelos robustos números das vendas no varejo dos Estados Unidos durante a `Black Friday`.
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que também reagiu positivamente às reportagens de que o FMI poderia oferecer ajuda financeira à Itália. O índice Hang Seng subiu 348,33 pontos, ou 2%, e fechou aos 18.037,81 pontos.
Na China, as Bolsas fecharam estáveis. As expectativas de que Pequim irá adotar medidas para apoiar a indústria local foram ofuscadas pelas especulações de quebra na zona do euro. O índice Xangai Composto subiu apenas 0,1% e terminou aos 2.383,03 pontos. Já o índice Shenzhen Composto ficou estável, fechando aos 1.020,52 pontos. (...)"


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsas-asiaticas-iniciam-semana-em-alta-hk-ganha-2. Acesso em: 28 nov. 2011.

Dólar opera em queda 0,96%

O Dólar Dez/11 opera em queda de 0,93% nesta manhã de segunda-feira (28).
A abertura foi no 1859,000.

Contratos em Aberto - Índice, Dólar, DDI e DI1 - 28.11.2011

Contratos em Aberto:

  • Índice Futuro:

      Bancos aumentaram 2.215 contratos na compra e 905 contratos na venda;
      Fundos reduziram 268 contratos na compra e aumentaram 184 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 189 contratos na compra e aumentaram 1.009 contratos na venda.


  • Dólar Futuro:

      Bancos aumentaram 27.597 contratos na compra e 7.515 contratos na venda;
      Fundos reduziram 1.710 contratos na compra e aumentaram 8.843 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 9.461 contratos na compra e aumentaram 845 contratos na venda.


  • Cupom Cambial - DDI:

      Bancos aumentaram 23.150 contratos na compra e 23.097 contratos na venda;
      Fundos reduziram 3.667 contratos na compra e 3.592 contratos na venda;
      Estrangeiros reduziram 1.692 contratos na compra e 1.715 contratos na venda.


  • Taxa de Juros Futuro (Contratos em P.U.):

      Bancos reduziram 317.503 contratos na compra e 189.269 contratos na venda;
      Fundos aumentaram 305.269 contratos na compra e 96.954 contratos na venda;
      Estrangeiros aumentaram 136.356 contratos na compra e 215.082 contratos na venda.

sábado, 26 de novembro de 2011

Quanto a situação na Europa pode piorar, segundo o Presidente do JPMorgan Chase

"A probabilidade de que os europeus resolvam seus problemas é de que tenhamos recessão na economia do bloco é de 50%. A chance de ficar muito ruim é de 20%. A probalidade de ocorrer uma situação intermediária é de 30%". Jamie Dimon, Presidente do banco JPMorgan Chase.

Fonte: Salgado, Eduardo. O mundo visto do topo. Revista Exame, Edição 1005, N 23, p. 166, 30 nov. 2011.

Bovespa fecha em queda nesta sexta-feira (25) e cai mais de 3% na semana

"Ibovespa recuou 0,7% no dia e fechou aos 54.894 pontos.
Na semana, índice acumula 3,24% de desvalorização, e de 5,9% no mês.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta sexta-feira (25), pressionada pelo fraco desempenho das blue chips Petrobras e Vale no pregão. No cenário macroeconômico, investidores seguem preocupados com a Europa.
O Ibovespa caiu 0,70%, a 54.894 pontos. O volume financeiro foi de R$ 4 bilhões, abaixo da média diária devido ao pregão mais curto nos Estados Unidos, por causa da "emenda" do feriado de Dia de Ação de Graças.
Na semana, o principal indicador do mercado acionário brasileiro tem queda acumulada de 3,2%. No mês, o Ibovespa recua 5,9%. (...)"


Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/bovespa-fecha-em-queda-nesta-sexta-e-cai-mais-de-3-na-semana.html. Acesso em: 25 nov. 2011.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dólar fecha em queda nesta sexta-feira (25), mas sobe quase 6% na semana

"Moeda norte-americana recuou 0,3% no dia, vendida a RS 1,8864.
Na semana, valorização chega a 5,8% e, no mês, atinge 10,8%.
Depois de subir forte nos dois últimos pregões, o dólar comercial fechou em queda nesta sexta-feira (25), mas a baixa não foi suficiente para ofuscar a valorização de quase 6% na semana. A moeda oscilou bastante ao longo do dia seguindo a tendência internacional.
A moeda norte-americana recuou 0,3% no dia, e fechou cotada a R$ 1,8864 para a venda.
Na semana, o dólar acumula alta de 5,8%. No mês, a valorização chega a 10,8% e, no ano, atinge 13,23%.
O mercado internacional teve outro pregão de fraco volume em meio à emenda de feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, e por isso mostrou volatilidade. (...)"

Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/dolar-fecha-em-queda-nesta-sexta-mas-sobe-quase-6-na-semana.html. Acesso em: 25 nov. 2011.

Call de DI1 25.11.2011

Foram negociados um total de 155.620 contratos no Call de DI1.


Bolsas europeias fecham em alta, interrompendo seis dias de queda

"O índice FTSEurofirst subiu 0,89%, aos 907 pontos.
Em Londres, o Financial Times teve alta de 0,72%.
As bolsas de valores da Europa encerraram a sexta-feira (25) em alta, interrompendo seis dias de queda, em uma recuperação técnica em dia de pouco volume.
O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente europeu subiu 0,89%, a 907 pontos.
O volume foi de apensa 57% da média de 90 dias, já que Nova York fecha mais cedo após o feriado do Dia de Ação de Graças. Além disso, o vencimento dos futuros e opções de novembro adicionaram volatilidade ao mercado.
O índice europeu, que acumula no mês queda de 8,7%, virou para cima depois de autoridades europeias dizerem que os países-membros da zona do euro estão discutindo recuar no envolvimento do setor privado no fundo de resgate permanente.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,72%, a 5.164 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 1,19%, para 5.492 pontos. Em paris, o índice CAC-40 teve variação positiva de 1,23%, a 2.856 pontos.
Em Milão, o índice Ftse?Mib teve valorização de 0,12%, para 13.937 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou avanço de 0,54%, a 7.763 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve elevação de 0,41%, para 5.206 pontos."


Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/bolsas-europeias-fecham-em-alta-interrompendo-seis-dias-de-queda.html. Acesso em: 25 nov. 2011.

Bolsas latino-americanas abrem em baixa nesta sexta-feira

"Na Argentina eram negociadas as ações de 12 empresas, com balanço de sete em alta, três em baixa e duas estáveis.
O índice Merval, da Bolsa de Buenos Aires, abriu nesta sexta-feira operando em baixa de 0,17% aos 2.421,76 pontos.
Às 11h30 locais (12h30 de Brasilia), eram negociadas as ações de 12 empresas, com balanço de sete em alta, três em baixa e duas estáveis. O giro financeiro té então era de 1 milhão de pesos (US$ 233 mil).
Entre as ações que fazem parte do Merval, as quedas mais acentuadas eram as do grupo siderúrgico Tenaris (-2,61%), Siderar (-2,27%) e Banco Macro (-0,44%).
No mercado cambial, o dólar abriu cotado a 4,28 pesos - mesmo valor do fechamento de quinta-feira (24).
O índice de Preços e Cotações (IPC) da Bolsa Mexicana de Valores (BMV) abriu nesta sexta-feira (25) em alta de 0,83% aos 35.615,64 pontos.
O giro financeiro no ínicio do pregão era de 537,3 milhões de pesos (US$ 45 milhões)."


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsas-latino-americanas-abrem-em-alta-nesta-quinta-feira-4. Acesso em: 25 nov. 2011.

Opções da Vale batem recorde com queda na demanda da China

"Os investidores nas opções da Vale SA estão pagando preços próximos de recordes para se protegerem da maior mineradora do mundo depois que a China cortou importações.
As opções de três meses para venda dos American depositary receipts da Vale custavam 8,8 pontos mais que as chamadas para compra de 23 de novembro, acima dos 4,9 pontos em 2 de agosto, de acordo com dados levantados pela Bloomberg. A diferença alcançou o recorde de 9,9 pontos em 27 de outubro. A relação dos contratos ‘bearish’, com tendência de baixa, para os ‘bullish’, na direção oposta, teve a maior alta em um ano, de 1,1 em 21 de novembro, ante o patamar mais baixo em dois anos de 0,78 em junho.
A Vale enfrenta crescimento menor depois que a China reduziu importações da matéria-prima do aço em outubro para o menor patamar em oito meses. O preço da ação da Vale e o índice de crescimento do PIB da China têm se movimentado em paralelo nos 23 dos últimos 35 trimestres, mostram dados da Bloomberg.
`Há muitas conversas no mercado sobre a possibilidade de a China reduzir a produção de aço`, disse Liam Dalton, que administra US$ 1,8 bilhão como presidente da Axiom Capital Management Inc. em Nova York, em entrevista por telefone em 23 de novembro. A Vale está “envolvida nesse cenário de desaquecimento global que está se desenvolvendo”, disse. `Eles podem ficar vulneráveis.`
A Vale teve queda de 39 por cento no mercado americano em relação à maior alta em 31 meses, em 18 de janeiro, de US$ 37,08, enquanto o índice MSCI Brazil perdeu 29 por cento.

                         Queda no lucro

No mês passado a empresa teve seu primeiro recuo no lucro trimestral em um ano e meio e ficou abaixo das estimativas dos analistas depois que o real depreciado elevou sua dívida denominada em dólares.
A assessoria de imprensa da Vale disse que a empresa não comenta oscilações nas ações e opções da companhia.
A Standard & Poor’s elevou a nota de crédito da Vale para “A-” em 23 de novembro, dizendo que as mudanças na administração mostram que a empresa vai perseguir um plano de expansão “mais conservador”.
O lucro líquido da Vale vai ter alta de 47 por cento, para um volume recorde de R$ 44,3 bilhões este ano, segundo estimativa média obtida em pesquisa Bloomberg." 

Fonte: Bloomberg News

Depósito Interbancário (DIs) operam em alta

O DI1 Jan/12 durante a manhã oscilou entre a mínima de 10,896 e a máxima de 10,920, saindo um total de 697.130 contratos negociados, preço médio 10,9049. Às 13h00 o DI1 Jan/12 estava em alta de 0,65% saindo a 10,905.
O DI1 Jan/13 durante a manhã oscilou entre a mínima de 9,77 e a máxima de 9,86, saindo um total de 323.140 contratos negociados, preço médio 9,8071. Às 13h00 o DI1 Jan/13 estava em alta de 0,47% saindo a 9,79.
O DI1 Jan/14 durante a manhã oscilou entre a mínima de 10,04 e a máxima de 10,16, saindo um total de 44.100 contratos negociados, preço médio 10,0897. Às 13h00 o DI1 Jan/14 estava em alta de 0,02%, saindo a 10,10.


Dólar opera em baixa 0,40%

O Dólar dez/11 durante a manhã oscilou entre a mínima de 1884,000 e máxima de 1919,500, saindo um total de 174.405 contratos. Às 13h00 o dólar dez/11 estava em baixa de 0,40% saindo a 1887,000.

Bovespa opera em baixa nesta sexta-feira (25)

"Na véspera, Ibovespa subiu 0,56%, aos 55.279 pontos.
Com feriado nos EUA, pregão foi de muita volatilidade e baixo volume.
A bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em baixa nesta sexta-feira (25).
Às 11h16, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, caia 0,69%, aos 54.895 pontos.
Na véspera, a bolsa fechou em alta, marcada pela forte volatilidade e baixo volume devido ao feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Com isso, o Ibovespa interrompeu uma sequência de cinco quedas.
O Ibovespa subiu 0,56%, aos 55.279 pontos. O volume financeiro foi de apenas R$ 2,95 bilhões.
Ao longo da semana, o principal indicador do mercado acionário brasileiro acumula queda de 2,56% e, em novembro, o Ibovespa recua, até o momento, 5,24%."


Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/bovespa-opera-em-baixa-nesta-sexta-feira25.html. Acesso em: 25 nov. 2011.

Câmbio: Dólar recua após bater R$ 1,91 com especulação sobre BC

"O dólar reverteu a alta registrada mais cedo, quando chegou a passar de R$ 1,91, diante da possibilidade de o Banco Central atuar para prevenir impactos do câmbio sobre a inflação.
A moeda americana caía 0,2 por cento às 10:31, para R$ 1,8940, após ter batido a R$ 1,9164 logo depois da abertura. É a primeira queda da moeda americana em relação ao real em nove dias.
No exterior, o euro e as bolsas internacionais caem com receios de agravamento da crise europeia após a Alemanha reiterar ontem oposição à criação de papéis conjuntos da dívida.
O juro dos títulos da Itália bateu recorde no período do euro antes de um leilão do país.
`Se não parar a depreciação do real, isso poderá prejudicar a inflação`, disse Maurício Nakahodo, economista- sênior da CM Capital Markets Ltda, em entrevista por telefone de São Paulo. Nakahodo disse que sua previsão de inflação a 5,5 por cento em 2012 está baseada em um dólar a R$ 1,75 e se a cotação subir poderá ser necessária uma “revisão para cima`.
     Os juros nos mercados futuros abriram em alta após o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reiterar a sinalização de “ajustes moderados” da política monetária, esfriando as apostas do mercado em aceleração do corte da taxa básica."


Fonte: Bloomberg News

Juros: DI sobre com Tombini contrabalançando

"Os juros nos mercados futuros abriram em alta após o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reiterar a sinalização de “ajustes moderados” da política monetária, esfriando as apostas do mercado em aceleração do corte da taxa básica.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro de janeiro de 2013 subia 8 pontos-base, para 9,84 por cento, às 9:03. O dólar sobe 0,8 por cento para R$ 1,9133.
No exterior, as bolsas internacionais caem com receios de agravamento da crise europeia. O euro recua após a Alemanha reiterar ontem oposição a papéis conjuntos da dívida. O juro dos títulos da Itália bateu recorde no período do euro antes de um leilão do país.
`Houve uma substancial e generalizada deterioração do cenário internacional`, disse Tombini ontem em evento em São Paulo. `Essa deterioração tem importantes e significativos impactos na dinâmica da atividade econômica e da inflação, por diferentes canais de transmissão, justificando a implementação de ajustes moderados na taxa básica de juros.`
Segundo ele, a crise global ainda não levou a ´efeitos extremos`.
`Este discurso reforça a tendência de corte de 0,5 ponto percentual da Selic`, disse André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, em entrevista por telefone de São Paulo.
´Um corte de 0,5 ponto pode ser complementado por outras medidas de estímulo do governo´.
O Índice de Confiança do Consumidor subiu para 119 em novembro, ante 115,2 em outubro, disse hoje a Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. O número ficou abaixo do dado de novembro de 2010, de 124,2. O Índice Nacional de Custo da Construção Civil subiu 0,50 por cento este mês, após alta de 0,20 por cento em outubro e da queda 0,36 por cento no mesmo mês do ano passado, disse a FGV.
Os juros futuros ampliaram a queda ontem com apostas crescentes de que o Banco Central poderá ampliar o corte da taxa básica após a presidente Dilma Rousseff ter dito na véspera que o País tem espaço “para fazer política monetária” para combater os efeitos da crise internacional. O governo vai fazer o que for preciso para baixar o custo de financiamento para consumidores e empresas, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também na quarta-feira.
O dólar teve ontem a oitava alta consecutiva em relação ao real, e chegou a passar de R$ 1,90 ao longo do dia diante dos receios renovados de agravamento da crise europeia da dívida."

Fonte: Bloomberg News

Dólar sobe mais de 1% após abertura, acima de R$ 1,91

"Alta ultrapassa R$ 1,90 e amplia o já acentuado ganho da véspera.
O dólar tinha forte valorização contra o real na manhã desta sexta-feira (25), ampliando o já acentuado ganho da véspera, em linha com o pessimismo dos mercados internacionais.
Às 9h08, a divisa dos Estados Unidos era negociada a 1,9135 real para venda, em alta de 1,13 por cento, após avanço de 1,74 por cento na quinta-feira (24). As cotações são maiores desde o começo de outubro.
Em relação a uma cesta de moedas, o dólar subia 0,44 por cento, atingindo a máxima em sete semanas."


Fonte: Disponível em: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/dolar-sobe-mais-de-1-apos-abertura-acima-de-r-1-91-2. Acesso em: 25 nov. 2011.

Bovespa interrompe sequência de cinco quedas e fecha em alta

"Ibovespa subiu 0,56% nesta quinta-feira (24), aos 55.279 pontos.
Com feriado nos EUA, pregão foi de muita volatilidade e baixo volume.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta o pregão desta quinta-feira (24), marcado pela forte volatilidade e baixo volume devido ao feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Com isso, o Ibovespa interrompeu uma sequência de cinco quedas.
O Ibovespa subiu 0,56%, aos 55.279 pontos. O volume financeiro foi de apenas R$ 2,95 bilhões.
Ao longo da semana, o principal indicador do mercado acionário brasileiro acumula queda de 2,56% e, em novembro, o Ibovespa recua, até o momento, 5,24%. (...)"

Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/bovespa-interrompe-sequencia-de-cinco-quedas-e-fecha-em-alta.html. Acesso em: 25 nov. 2011.

Contratos em Aberto - Índice, Dólar, DDI e DI1 - 25.11.2011

Contratos em Aberto:

  • Índice Futuro:

      Bancos aumentaram 1.800 contratos na compra e reduziram 85 ctrs na venda;
      Fundos aumentaram 334 contratos na compra e reduziram 1.484 ctrs na venda;
      Estrangeiros reduziram 3.094 contratos na compra e aumentaram 1.104 ctrs na venda;
      Pessoas Físicas aumentaram 410 contratos na compra e reduziram 105 ctrs na venda.


  • Dólar Futuro:

      Bancos aumentaram 12.023 contratos na compra e 17.745 ctrs na venda;
      Fundos aumentaram 8.417 contratos na compra e 2.413 ctrs na venda;
      Estrangeiros aumentaram 315 contratos na compra e 4.922 ctrs na venda;
      Pessoas Jurídicas Não Financeiras aumentaram 5.570 contratos na compra e 870 ctrs na venda.


  • Cupom Cambial - DDI:

      Bancos reduziram 1.508 contratos na compra e 1.535 ctrs na venda;
      Fundos reduziram 506 contratos na compra e 515 ctrs na venda;
      Estrangeiros reduziram 4.207 contratos na compra e 4.169 ctrs na venda.


  • Taxa de Juros Futuro (Contratos em P.U.):

      Bancos aumentaram 256.786 contratos na compra e 45.733 ctrs na venda;
      Fundos reduziram 267.623 contratos na compra e 25.035 ctrs na venda;
      Estrangeiros reduziram 13.515 contratos na compra e 54.435 ctrs na venda.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dólar tem mais um dia de alta e se aproxima de R$ 1,90

"Moeda norte-americana subiu 1,74% nesta quinta-feira, vendida a R$ 1,8921.
Na semana, dólar já acumula alta de mais de 6% e de 11,13% no mês.
Depois de subir quase 3% na véspera, o dólar comercial voltou a fechar em alta nesta quinta-feira (24) e atingiu o maior patamar desde o dia 22 de setembro, quando havia fechado a R$ 1,90. Com isso, cresce a expectativa no mercado por novas intervenções do Banco Central (BC) em meio à piora da crise na zona do euro.
A moeda norte-americana avançou 1,74%, vendida a R$ 1,8921.
Na semana, a alta acumulada já chega a 6,12%. No mês, o dólar tem valorização de 11,13% e sobe 13,57% no ano.
Apesar do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, que reduziu o volume do mercado em todo o mundo, continuou a imperar a preocupação com a crise da dívida da zona do euro.
A agência de classificação de risco Fitch reduziu a grau especulativo a nota de POrtugal, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, reiterou a oposição do país à emissão de bônus conjuntos da zona do euro para fortalecer as finanças de países que, como Grécia e Irlanda, precisaram pedir ajuda financeira internacional.
A piora externa aumenta a aversão a risco, com impacto direto sobre o real e as commodities, principal componente da pauta de exportações do Brasil. (...)

Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/dolar-tem-mais-um-dia-de-alta-e-se-aproxima-de-r-190.html. Acesso em: 23 nov. 2011.



Volátil, Bovespa cede à pressão europeia e passa a recuar

"Na véspera, Ibovespa recuou 1,62%, aos 54.972 pontos.
Preocupações com as discussões sobre eurobônus voltam a pesar no dia.
A tentativa de recuperação vista no início dos negócios da bolsa brasileira logo perdeu fôlego e abriu espaço para a volatilidade, sem o referencial de Wall Street. O feriado americano do Dia de Ação de Graças está reduzindo o volume de operações no mercado acionário brasileiro e na Europa, onde as bolsas também abriram no campo positivo, mas o pessimismo já reapareceu.
Por volta das 13h45, o índice recuava 0,54%, aos 54.673 pontos, mesmo com os dados positivos de confiança do empresariado na economia da Alemanha e com a revisão em linha com o esperado do Produto Interno Bruto (PIB) do país no terceiro trimestre, as preocupações com as discussões sobre a criação de eurôbonus voltam a pesar no dia.
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, estão reunidos com o novo premiê da Itália, Mario Monti, em Estrasburgo para falar sobre crise europeia e resgate do euro.
Merkel se posicionou mais uma vez contra a criação de eurôbonus. Segundo ela, os títulos europeus dariam um `sinal completamente errado`, em parte porque iriam imediatamente resultar em convergência das taxas de juros de toda a zona do euro. `Isso nos levaria para onde estávamos antes da crise`, disse Merkel, segundo a Bloomberg.
Além disso, Sarkozy e Merkel concordaram em não comentar sobre o papel do Banco Central Europeu (BCE) na crise. `Nos queremos mostrar nosso apoio ao BCE e seus líderes. Decidimos respeitar a independência dessa instituição e concordamos em nos abster de fazer qualquer exigência, positiva ou negativa`, disse Sarkozy.
As declarações não têm tido boa reação nos mercados. No Brasil, após avançar 1% na máxima do dia, Ibovespa inverteu o rumo."


Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/11/volatil-ibovespa-cede-a-pressao-europeia-e-passa-a-recuar-05.html. Acesso em: 24 nov. 2011.